Com o uso da tecnologia, clientes podem conhecer o imóvel pretendido sem precisar sair de casa

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Tecnologia permite que clientes visitem imóvel desejado sem precisar sair de casa ou da imobiliária

 

Imagine que você está se mudando de cidade e a procura de uma nova residência para morar. Diante dos inúmeros compromissos que esse período de transição nos demanda, como arrumar tempo para conhecer casa por casa? Pensando em solucionar esse problema, a Muve Digital desenvolveu o House Viewer, um visualizador de casas que funciona em realidade virtual, permitindo que qualquer pessoa visite o lar pretendido, sem sequer sair de casa ou da imobiliária.

Utilizando um óculos adaptado a essa tecnologia, o cliente é transportado ao cenário da casa escolhida e consegue navegar pelos cômodos por meio de uma experiência em 360⁰. Em cada ambiente, uma seta lhe mostrará o caminho para outros lugares da residência e, caso deseje conhecê-los, basta fixar os olhos por alguns segundos sobre a seta, que ele será conduzido.

O interessado também tem a opção de conhecer a casa sem o óculos, no caso de não possuí-lo ou então de a imobiliária não fornecê-lo. Para isso, o cliente deve optar pela visualização web ou mobile, que estarão disponíveis no site da imobiliária e poderão ser acessados de qualquer lugar.

“Hoje o cliente tem menos tempo. Ele utiliza a internet para pesquisar e, se conseguir uma melhor experiência na hora da compra, com certeza isso converterá em um número maior de vendas para nós” afirma Ricardo Faris, gerente de vendas da Imobiliária Fuhro Souto, de Pelotas, RS. Ricardo conta, ainda, que 25% de seus clientes buscam pelos imóveis da Imobiliária na internet antes de procurá-los presencialmente e que a experiência de uma realidade virtual lhe proporcionará um diferencial no mercado.

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Para mudar de cômodo, basta a pessoa fixar os olhos na seta por alguns segundos

 

A tecnologia utilizada no House Viewer foi desenvolvida em São Carlos (SP) com um custo inferior ao do exterior. Além de oferecer mais conforto aos clientes, a ferramenta é capaz de otimizar o trabalho do corretor de imóveis. “Existem muitas coisas que os clientes não conseguem visualizar sem estarem presentes na casa, como, por exemplo, o tamanho dos cômodos ou então visualizar rachaduras. O uso da tecnologia no setor imobiliário é essencial e vejo como o futuro de uma profissão que pode ser extinta”, diz Douglas Pereira, corretor de imóveis da Imobiliária Cardinali, de São Carlos.

Douglas explica que as ferramentas utilizadas atualmente pelos corretores se limitam a mostrar e a enviar fotos ou e-mails sobre o imóvel. Além disso, existem serviços online que poderão se transformar em corretores automáticos em um futuro próximo. Todos esses obstáculos só dificultam ainda mais um trabalho que já não é fácil: “O maior desafio no momento de vender uma casa é interpretar o que o cliente pretende. Muitas vezes ele não consegue expressar o que realmente deseja, por vergonha, ou qualquer outro motivo”, diz o corretor.

Como Funciona – O House Viewer suporta a inserção de infinitas casas e, para que novas residências sejam adicionadas,  o corretor da imobiliária deve tirar fotos do local escolhido com uma câmera especial que captura imagens em 360⁰. Depois disso, basta enviar as fotos para um servidor que a Muve fornece e a casa já está pronta para ser visualizada. O corretor também terá a opção de adicionar pontos de interesse em cada cômodo, que trarão informações adicionais sobre um determinado ambiente ou objeto.

Fernando Nunes,  proprietário da Imobiliária Frias Neto, de Piracicaba, acredita que o produto desenvolvido pode engajar os clientes a fecharem um negócio: “Essa ferramenta agrega valor ao serviço de demonstração do imóvel. Nós passamos por uma crise de mercado, mas vamos investir mais em tecnologia”, afirma.

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Experiência em 360⁰ permite a visualização de detalhes da casa pretendida

 

Aliás, diante do cenário econômico pelo qual passa o país, investir em tecnologia seria um bom caminho? “É na crise que se busca mais soluções para atrair clientes e ganhar eficiência. A tecnologia nos proporciona, na maioria das vezes, a polarização da atenção dos consumidores por meio da inovação. Criatividade é eficiência e, ela, é a saída primordial para a crise”, finaliza o economista Jaime Vasconcellos.

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Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação da Muve Digital

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